4 coisas que nunca você tem que fazer a sua xoxota | Sexo

É perfeita, tal como é

Se a sua vagina fosse uma canção, sem dúvida seria o tema “Independent Women Part 1” das Destiny’s Child, (por que ele cuida de si mesma, claro). Mas, para além desta verdade universal, algumas mulheres ainda insistem em jogar um pouco (ou muito) por aí abaixo. E de todas as coisas que você pode tentar, há quatro que podem sair mal, muito mal.


1. Mantenha-a longe do vapor.


Todas nós queremos levar uma vida o mais saudável possível. Mas temos que desenhar uma linha. Sua vagina não é um tapete, assim que você não tem que limpá-lo com vapor. A opinião de Raquel Dardik, professora clínica do departamento de obstetrícia e ginecologia da Universidade de Nova York Langone Medical Center, é ligeiramente diferente: “Definitivamente, não há que dar vapor, já que se pode queimar a vagina“, explica a especialista.


2. Sexual sempre é uma má decisão.


Os cremes ou supositórios vaginais para tratar ou prevenir infecções por fungos têm o seu sentido; mas isto destina-se a todas aquelas que são preparados remédios caseiros. “Nunca se deve sexual com remédios caseiros, como o alho ou o óleo de árvore de chá,” recomenda Dardik. Qual pode ser o pior dos casos? Pois a verdade é que nada de bom. “Eu vi queimaduras químicas causadas por algumas dicas que circulam pela Internet, e uma queimadura química no interior da vagina é algo que não desejo a ninguém”, afirma Dardik.


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3. Inserção de ovnis (objetos estranhos) pode parecer uma boa ideia … até que o deixa de ser.


Sabe perfeitamente tudo o que está permitido que entre em sua xoxota: tampões, dedos, brinquedos sexuais, um pau, lubrificantes, métodos contraceptivos, copos menstruais e deixa de contar. Que não entre nada mais. Como você já sabe, as coisas que, sim, você pode usar necessitam de seus cuidados. “Basicamente, tudo se resume ao senso comum e os hábitos pessoais. Os brinquedos sexuais, os diafragmas, os copos menstruais… tudo se deve limpar entre uso e uso“, como lembra Constança Young, professora assistente do departamento de obstetrícia e ginecologia da Universidade de Columbia Medical Center.


O resto de coisas que você possa imaginar (pepinos, bananas, esse dispositivo de aspecto fálico que há em sua cozinha) devem ficar longe, muito longe, de suas partes íntimas. Mesmo se desinfectan, suas texturas, por si só, podem causar alguma irritação grave.


4. Esqueça as duchas vaginais


Já sabemos que a vagina não resulta, precisamente, um cheiro a rosas. Mas nem por isso você tem que intensificar as lavagens ou duchas vaginais. Este hábito pode ser contraproducente. “Os produtos há precisamente o efeito oposto do que buscamos no organismo vaginal: a tornam mais susceptível de contrair uma infecção“, diz Young.


Não vamos dizer isso de que a mulher é um “forno autolimpante” (supomos que você ouviu antes, e, sinceramente, gostaríamos de manter nossas metáforas de cozinha afastada de nossa atenção genital). Mas, é totalmente certo. Sua xoxota sabe como manter o pH equilibrado, graças às bactérias lactobacillus presentes nela. Quando você usa produtos para banho, que não são aptos para suas partes íntimas, alteras o ambiente e a inhibes de proteger a si mesma.


Sabemos o que você está pensando: Se é tão ruim, por que existem tantos produtos no mercado? “É tudo pura comercialização que não está baseada em nenhuma ciência”, como diz Young. Se, apesar de tudo, você sente a necessidade de refrescar suas partes íntimas, usa o autêntico método que é (surpresa!): Sabonete sem perfume e água. Sim, apenas na parte externa.


 

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